quarta-feira, maio 04, 2016

Pesquisa e Inteligência Abril: O impacto da rotina moderna na busca de uma vida saudável

Porque a maioria dos brasileiros gostaria de ser mais saudável do que consegue ou do que seu atribulado cotidiano lhes permite?

Diariamente, fazemos escolhas que impactam nossa saúde e nosso bem-estar.

Ontem foram apresentados os resultados da Pesquisa O impacto da rotina na busca de uma vida saudável, mais uma realização de Pesquisa e Inteligência da Editora Abril em parceria com a farmacêutica Pfizer e da Revista Saúde. Desta vez ouvimos 1 190 homens e mulheres de todas asregiões do país. Foram compartilhados os resultados que também foram debatidos pelo nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, nutricionista Andréa Ramalho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e o o educador físico Antonio Herbert Lancha Junior, professor da Universidade de São Paulo. Em breve compartilharemos aqui alguns dos resultados como: 

- A IMPORTÂNCIA DO SONO um dos fatores cruciais para ter uma vida saudável é dormir bem – aproximadamente oito horas. O intrigante é que, apesar dessa consciência, 42% dos participantes disseram que não conseguem passar esse tempo na cama.

Realização: Andrea Costa, Daniela Formaio e Maisa Alves

Rir é o melhor remédio

“Pesquisadores dos EUA confirmaram que 15 minutos de risadas podem aumentar sua expectativa de vida em até quatro anos”, Armando Ribeiro, psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo. Quem está disposto a começar o mês dando risada?

Globalização e mudanças tecnológicas podem aumentar estresse no trabalho, diz OIT

Globalização e mudanças tecnológicas têm transformado padrões de trabalho, muitas vezes contribuindo para aumentar o estresse. Foto: EBC

Uma das metas do Objetivo 8 da Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável pede “ambientes de trabalho seguros para todos os trabalhadores” — garantir locais de trabalho seguros vai além da proteção da segurança física dos trabalhadores, se estendendo ao seu bem-estar mental e psicológico.

A globalização e as mudanças tecnológicas têm transformado padrões de trabalho e de emprego, muitas vezes contribuindo para intensificar o estresse relacionado ao trabalho, disse o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, na quarta-feira (27), na ocasião do Dia Mundial de Saúde e Segurança no Trabalho.

“Os altos níveis de desemprego, em particular na ausência de medidas adequadas de proteção social, também podem ter consequências indesejáveis para a saúde mental dos trabalhadores”, disse o chefe da organização.

O estresse relacionado ao trabalho afeta pessoas de todas as profissões em países desenvolvidos e em desenvolvimento da mesma maneira, segundo o diretor-geral da OIT. “Ele pode seriamente prejudicar não apenas a saúde dos trabalhadores, mas também, e com frequência, o bem estar de suas famílias”, afirmou em comunicado.

De acordo com Ryder, o estresse dos trabalhadores têm consequências nas empresas, na forma de redução do desempenho geral, aumento das faltas e da rotatividade de pessoal, além de dificuldades nas relações de trabalho.

“Mais dados e análises são necessários para quantificar totalmente os custos financeiros de estresse no trabalho, mas já é muito claro que o fardo é considerável”, disse Ryder.

Estudo recente citado no relatório da OIT “Estresse no ambiente de trabalho: um desafio coletivo”, indicou que mais de 40 milhões de pessoas são afetadas por estresse relacionado ao trabalho na União Europeia, e que o custo estimado da depressão relacionada ao trabalho é de 617 bilhões de euros por ano.

Embora muito ainda precise ser feito para resolver o problema, o chefe da OIT disse ser possível afirmar que, nos últimos anos, tem havido evolução na compreensão do problema.

“A conscientização tem aumentado e, na maioria dos países, formuladores de políticas, parceiros sociais e redes de profissionais estão cada vez mais envolvidos no desenvolvimento de legislações, políticas, estratégias e ferramentas para a avaliação e a gestão do estresse relacionado ao trabalho”, declarou.

“É claro que a proteção da saúde mental dos trabalhadores deve se concentrar em estratégias preventivas. A avaliação e a gestão de riscos psicossociais na sua origem irão ajudar na elaboração das medidas coletivas e individuais necessárias para melhorar a qualidade de vida no trabalho para homens e mulheres”, disse.

Segundo Ryder, a OIT está comprometida em trabalhar com governos, trabalhadores e empregadores e suas organizações ao redor do mundo para desenvolver e implementar políticas eficazes em nível nacional, regional e empresarial para prevenir e minimizar o estresse relacionado ao trabalho.

O Dia Mundial de Saúde e Segurança no Trabalho tem como foco a carga que incide sobre a saúde e o bem-estar dos trabalhadores em todo o mundo devido ao estresse no ambiente de trabalho.

A Meta 8 do Objetivo 8 da Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável pede “ambientes de trabalho seguros para todos os trabalhadores” – garantir locais de trabalho seguros vai além da proteção da segurança física dos trabalhadores, se estendendo ao seu bem estar mental e psicológico.

Fonte: ONU-BR

Fórum Saúde - O impacto da rotina moderna na busca de uma vida saudável

Com os especialistas e convidados do Fórum Abril 2016 para debater o impacto da rotina moderna na busca de uma vida saudável! O evento aconteceu no auditório do Hotel InterContinental (SP) e contou com a colaboração do departamento de Pesquisa e Inteligência de Mercado da editora Abril em parceria com o laboratório Pfizer (Centrum).

Entre os debatedores presentes, a dra. Andrea Ramalho, professora de nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), dr. Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e dr. Antônio Herbert Lancha Junior, da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP).

Pq se é pra discutir a busca por uma vida saudável... a ‪Psicologia não pode faltar!! Com o anfitrião jornalista Diogo Sponchiato editor-chefe da revista Saúde.


Presença confirmada no FÓRUM SAÚDE 2016 - O impacto da rotina moderna na busca de uma vida saudável da editora Abril.
O que impede vc de ter uma alimentação saudável??? Muitas explicações 🤔 (muitas desculpas!) pra não levar o estilo de vida a sério!! 35% stress | 34% custo | 34% comer fora de casa | 33% gostar de comer comida não saudável | 28% falta de tempo | 20% nervosismo... 


Manter o equilíbrio emocional é um dos fatores que mais preocupam os participantes da pesquisa.


53% consideram que cuidar da mente é saudável, MAS não conseguem fazer!!

sexta-feira, abril 29, 2016

O primeiro emprego

O primeiro emprego
Quem disse que ajudar seu filho nesta tarefa é complicado? Confira todas as nossas dicas e saiba como incentivá-lo!

quinta-feira, abril 28, 2016

Mães ciumentas!?

Mães ciumentas
Veja como enfrentar o relacionamento amoroso do seu filho numa boa e apoiá-lo quando ele mais precisar.

quarta-feira, abril 27, 2016

Futebol é coisa de psicóloga(o), SIM! CRPSP repudia declaração de Dunga...

Psicologia do Esporte

Considerando as recentes declarações do técnico da seleção brasileira de futebol masculino sobre a "inviabilidade" do trabalho da Psicologia na seleção brasileira, o CRP SP informa que lamenta tais afirmações e considera intoleráveis manifestações públicas como esta, que pressupõem total desconhecimento do campo de exercício da Psicologia como ciência e profissão no contexto esportivo, em particular do alto rendimento. 

Leia a nota na íntegra em: http://goo.gl/NeYIQc

Futebol é coisa de psicóloga(o), sim!

Considerando as recentes declarações do técnico da seleção brasileira de futebol masculino durante o Simpósio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realizado no Rio de Janeiro sobre a inviabilidade do trabalho da Psicologia na seleção brasileira, o Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) informa que lamenta tais afirmações e considera intoleráveis manifestações públicas como esta, que pressupõem total desconhecimento do campo de exercício da Psicologia como ciência e profissão no contexto esportivo, em particular do alto rendimento. Esse tipo de declaração banaliza a profissão de modo geral ao se basear em reducionismos e sensos comuns sobre a atuação da Psicologia como exclusivamente clínica e focada na doença, desconsiderando inclusive, os avanços e contribuições que a ciência Psicologia tem ofertado à sociedade nos quase dois séculos desde o seu surgimento nos mais diversos campos de atuação (organizacional, hospitalar, educacional, trânsito, esporte, dentre outras).

A própria presença de psicólogos e psicólogas esportivos em variadas confederações brasileiras de esporte (Judô, Atletismo, Caratê, Handebol, etc), auxiliando multi e interdisciplinarmente com os seus conhecimentos as equipes e demais profissionais de outras áreas contempladas, contribuindo para a evolução do esporte nacional desde a iniciação esportiva ao alto rendimento, mostra a efetividade e o compromisso ético e profissional do trabalho psicológico quando apresentado ao contexto esportivo.

Ensejado ainda pelos grandes eventos esportivos – Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio De Janeiro – e pela consequente participação inédita mais de 30 psicólogas e psicólogos que estão e estarão direta e indiretamente trabalhando junto às confederações e aos atletas, cabe ao Conselho Regional de Psicologia de São Paulo orientar a categoria e a sociedade sobre a atuação da(o) psicóloga(o) neste contexto, além de ressaltar algumas questões éticas relacionadas à prática das(os) profissionais.

O conteúdo do discurso do treinador expõe, além da falta de conhecimento técnico do trabalho, uma falta ética grave que fere significativamente o Código de Ética da Profissão: o sigilo e confidencialidade de informações a fim de proteger o indivíduo, grupos ou organizações. Segundo o código de ética profissional do psicólogo, são seus deveres fundamentais prestar serviços psicológicos de qualidade, em condições de trabalho dignas e apropriadas à natureza desses serviços, utilizando princípios, conhecimentos e técnicas reconhecidamente fundamentados na ciência psicológica, na ética e na legislação profissional;respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional e,ao participar de atividade em veículos de comunicação, zelar para que as informações prestadas disseminem o conhecimento a respeito das atribuições, da base científica e do papel social da profissão. Cabe ressaltar que ao psicólogo é também vedadorealizar diagnósticos, divulgar procedimentos ou apresentar resultados de serviços psicológicos em meios de comunicação, de forma a expor pessoas, grupos ou organizações.

A Psicologia do Esporte foi reconhecida como uma subárea da Psicologia pela American Psychological Association (APA) em 1986. No Brasil, a resolução nº 013/2007 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), ao instituir o Título Profissional de Especialidade em Psicologia do Esporte, descreve que "a atuação do psicólogo do esporte está voltada tanto para o esporte de alto rendimento, quanto para a identificação de princípios e padrões de comportamentos de adultos e crianças participantes de atividades físicas". Assim, o profissional estuda, identifica e compreende teorias e técnicas psicológicas que podem ser aplicadas ao contexto do esporte e do exercício físico, tanto em nível individual como grupal - praticantes de atividade física ou equipes esportivas. Participa, em equipe multidisciplinar, da preparação de estratégias de trabalho objetivando o aperfeiçoamento e ajustamento do praticante aos objetivos propostos, procedendo ao exame de suas características psicológicas. Também orienta pais ou responsáveis nas questões que se referem à escolha da modalidade esportiva e colabora para a adesão e participação aos programas de atividades físicas da população em geral ou portadora de necessidades especiais.

Ao longo dos últimos anos, a Psicologia do Esporte vem se constituindo como uma das áreas das ciências do esporte de forma bastante consistente e as pesquisas e o número de profissionais atuantes nesta área tem crescido a cada ano, principalmente pelo aumento da oferta e procura por profissionais especializados, o que aponta para o reconhecimento crescente de suas diversas contribuições.

Conheça a página do Núcleo de Psicologia do Esporte do CRP SP: http://www.crpsp.org.br/psicologiadoesporte/

Conselho Regional de Psicologia de São Paulo

Fonte: CRPSP

terça-feira, abril 26, 2016

Dunga dispensa psicólogo: "Eu não sei pra quem o cara vai contar o que ouvir"


Dunga não quer saber de psicologia na seleção brasileira. Foi o que o treinador deixou bem claro nesta segunda-feira, durante uma mesa redonda com o técnico da seleção italiana, Antonio Conte, e o treinador do Fluminense, Levir Culpi. O debate fez parte do evento "Somos Futebol", organizado pela CBF ao longo desta semana.

- O jogador chega na seleção depois de uma viagem de 11 horas, tem poucos dias até o jogo. Ele vai abrir o coração dele (para um psicólogo) em meia hora? (...) Eu vou ver o psicólogo e vou perguntar: "Quem é esse cara? Será que ele vai contar para o dirigente? Será que ele vai contar para o treinador?". Desculpa meu modo sincero de falar, mas eu sou autêntico. Tem coisas inviáveis na seleção brasileira.

O artigo 9 do Código de Ética da categoria, elaborado pelo Conselho Federal de Psicologia diz:

- É dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional.

Dunga disse ainda que, em geral, o jogador brasileiro assume cedo a responsabilidade de sustentar sua família, motivo pelo qual "jogadores de ponta" chegam à seleção brasileira mais prontos. 

- Essa pressão tem uma parte negativa, mas tem outro lado. Quando chegam (à seleção brasileira) estão mais preparados. Por isso temos que tratá-los como homens.

O paternalismo, segundo o técnico da seleção brasileira, é um problema a ser combatido no futebol brasileiro. Segundo Dunga, jogadores brasileiros aceitam bem quando são substituídos ou quando viram reservas na Europa, mas apresentam "outro comportamento" quando isso acontece no Brasil. 

- Será que é por falha dele ou por falha nossa ao tratar o jogador com certo paternalismo? O jogador reclama e vamos todos defender o jogador. Temos que refletir para o crescimento do futebol brasileiro. (...) Temos que rever nossos conceitos para continuar sendo competitivos e vencedores - disse Dunga.

Eu acho que o melhor caminho é esse: fazer os atletas acreditarem no que você está falando. Transmitir a experiência que você já tem."
Levir Culpi, sobre contato com jogadores

A seu lado, Levir Culpi assentia com a cabeça. O treinador do Fluminense compartiu a opinião sobre o trabalho de psicologia num time profissional e falou sobre os desafios extracampo que enfrenta na relação com os jogadores. 

- (...) É como falar que vai trazer um psicólogo para resolver todos os problemas do seu time é uma mentira, porque os atletas brasileiros precisam de assistência social, de educação. O problema é muito sério. Vou citar um jogador de alto nível que trabalhou comigo. O padrasto ameaçava bater na irmã desse jogador, e ele ficava acordado, não dormia, não dorme até hoje. Como resolver isso no vestiário? Eu acho que o melhor caminho é esse: fazer os atletas acreditarem no que você está falando. Transmitir a experiência que você já tem. Eu sei que não consigo resolver um problema tão grande.

Antonio Conte, técnico da seleção italiana, não falou especificamente sobre o trabalho de psicologia, mas deu indicações de como faz para tentar tentar administrar os egos de seus jogadores.

- É difícil, porque eles são popstars. Você tem que se fazer entender em reuniões individuais ou coletivas, tem que passar o conceito do "nós", não do "eu". Na seleção isso é ainda mais importante. É um trabalho difícil, porque mexe com interesses pessoais, mas os jogadores têm mostrado compreensão.

segunda-feira, abril 25, 2016

Cinco passos para conquistar seu sonho!

O psicólogo Armando Ribeiro dá dicas de como agarrar uma oportunidade incrível. Está preparada?

1. Trace um plano e se mantenha focada, mesmos e as coisas não saírem como esperou. “A persistência é um fator determinante para quem quer vencer”, afirma.

2. Escolha com quem vai dividir seus sonhos. O legal é procurar alguém de confiança, que acredita em você e nos seus planos. Assim, os riscos de se desmotivar serão menores!

3. Ouça opiniões diferentes. Elas poderão ajudá-la a enxergar os seus objetivos. Quem sabe você não recebe uma dica e aumenta super suas chances?

4. Não se esqueça de que muitos obstáculos vão aparecer. “É importante aprender com os erros e crescer com as dificuldades”, afirma Ribeiro.

5. Ignore comentários negativos e vá à luta. É o seu sonho e a sua vida que estão em jogo! Sem contar que, no fim das contas, sempre vai existir alguém importante para apoiá-la.

Fonte: Revista Atrevida | Edição 253

terça-feira, abril 19, 2016

terça-feira, abril 12, 2016

BP é destaque no Valor Econômico‏

Em matéria publicada no dia 8 de abril, o jornal Valor Econômico destacou o resultado operacional obtido pela Beneficência Portuguesa de São Paulo em 2015, advindo de uma série de mudanças bem-sucedidas realizadas na instituição nos últimos anos.

"Nos últimos três anos, renegociamos contratos com operadoras e fornecedores, mudamos processos internos, investimos em tecnologia e foi feita uma reorganização interna que nos tornou mais eficientes", disse nossa CEO, Denise Santos, para publicação.

segunda-feira, abril 11, 2016

Burnout e fadiga por compaixão são alguns dos temas da pós do Hospital Albert Einstein

Prof Armando Ribeiro ministra aula na pós-graduação do Hospital Albert Einstein

Pra falar de ‪‎compaixão‬... nada melhor do que ouvir as palavras inspiradoras do poeta! ‪‎Fernando Pessoa‬ esteve presente na minha aula da pós-graduação em Bases da Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein... teve ‎jazz,‬ ‪‎bossa nova e ‎rosas (menção a Casa das Rosas)‬... e claro um professor apaixonado pelo que faz...

Todo profissional da saúde já conheceu um colega que sofreu as consequências negativas do ‎burnout (síndrome do esgotamento profissional)‬... mas algumas práticas diárias de‪ ‎atenção plena‬ (‎mindfulness)‬ podem ajudar na mudança deste cenário! Alunos da pós em Bases da Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein...

Burnout (síndrome do esgotamento profissional) é uma reação tensional crônica proveniente de atividades que demandam o contato direto com outras pessoas (ex. professores, médicos, enfermeiros e etc.). Compreende três fatores: Exaustão Emocional; Despersonalização e a Baixa Realização Profissional.

Fadiga por compaixão (traumatização vicária) é uma síndrome de exaustão biopsicossocial que pode acometer indivíduos que liberam energia psíquica, em forma de compaixão, a outros seres (humanos ou animais) por um período de tempo, sem se sentirem suficientemente recompensados.

É possível mudar esta realidade? Quando o médico adoece...
Comparado a outros trabalhadores, segundo o estudo do Medscape 2015 Physician Lifestyle Report, os médicos (nos EUA) sofrem mais da síndrome de burnout (46%), mas a prevalência pode variar enormemente entre as diversas especialidades médicas (30% a 65%).

Quando o ‎estresse‬ está presente... Alunos da pós em Bases da Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein tomam contato com as últimas novidades sobre a gestão integrativa do ‪estresse‬ ocupacional... síndrome de burnout‬ e‪ fadiga por compaixão (compassion fatigue).‬

E quando você abre a aula com o coração e ‎poesia‬... Vem alguém e te avalia com ‪Clarice Lispector‬... "Borboleta é pétala que voa"... Que avaliação!!! Fim da minha aula na pós em Bases da Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein.

De volta às pistas!


sábado, abril 09, 2016

Crianças podem aprender sobre ética e política por meio do atual cenário brasileiro

Psicólogo do Beneficência Portuguesa de São Paulo explica a importância de trazer as crianças à discussão

Os comentários sobre políticas estão ocupando as conversas dos almoços em família, no bar com os amigos e nos encontros triviais nos elevadores da empresa. Em algumas situações, expor a opinião pode levar à opressão, violência e rupturas de relacionamentos, decorrente dos nervos a flor da pele. Entretanto, não se pode esquecer o público mirim que está exposto a todos os comentários e embates políticos, é possível lidar e ensinar muito as crianças. O psicólogo e coordenador do Programa de Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro mostra como trabalhar o tema dentro de casa.

A família é peça fundamental na educação política, por isso deixar as discussões de lado não é recomendado para lidar com os pequenos. É importante incentivá-los a participar de discussões ensinando sobre ética, moral, política e cidadania, da mesma forma que outros assuntos triviais já fazem parte do cotidiano familiar, como futebol e religião, ajudando assim na formação da postura ética e também na maturidade emocional.

E quando os integrantes da casa possuem opiniões divergentes? Para o especialista é possível fomentar uma boa discussão e ensinar sobre respeito diante de diferentes formas de pensar sobre determinado assunto. “É preciso educar nossas crianças a serem cidadãos plenos, ou seja, aprenderem a respeitar as opiniões divergentes e pensar de forma racional baseada na constituição e no significado da democracia e ética” ressalta o psicólogo.

Entretanto, não é recomendado “deixar de ter uma opinião”, pois os pais e responsáveis são modelos de atitude e formação emocional para as crianças. Orientar e incentivar as crianças a se expressarem e a expor sua opinião respeitando ao próximo é a melhor maneira de aproveitar o atual cenário político para educar os cidadãos do amanhã.

Abaixo, confira dicas para abordar o tema com os pequenos:

  • Adapte a linguagem e os exemplos ao nível de maturidade da criança;
  • Utilize personagens do universo infantil, como personagens de desenhos com uma postura democrática ou autoritária;
  • Nas escolas, pode-se abrir a discussão e pedir para as crianças se colocarem no lugar do outro e, assim discutir sobre respeito e ética. Lembrando que os professores não devem impor sua visão política;
  • Diante de atitudes agressivas e radicais é importante ajuda-las a elaborar suas angústias e medos de forma mais positiva.

Sobre Beneficência Portuguesa de São Paulo
Fundada em 1859, a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.beneficencia.org.br) é a maior instituição hospitalar privada da América Latina, contando com aproximadamente 7.500 colaboradores e 3.000 médicos, e com uma gestão baseada na qualidade assistencial, humanização, ensino e pesquisa, além de um corpo clínico formado por renomados especialistas. A instituição é referência no atendimento médico hospitalar em mais de 50 especialidades, como cardiologia, oncologia, neurologia, gastroenterologia, ortopedia, urologia, entre outras. Atualmente, a Beneficência Portuguesa conta com três hospitais que somam mais de 1.200 mil leitos de internação. O Hospital São Joaquim, primeiro pilar da Instituição, realiza atendimento ao Pronto Socorro, UTIs, Internações e Cirurgias. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, que se destaca pelo atendimento oncológico com padrões internacionais, entre outras especialidades. Em 2012, o Hospital Santo Antônio foi criado com o objetivo de oferecer atendimento a pacientes usuários do Sistema Único de Saúde, reforçando a responsabilidade social e carácter beneficente da Associação. Já em 2013, a Instituição criou o Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes para ser um dos maiores e mais completos núcleos de tratamento de câncer no país.

quinta-feira, abril 07, 2016

Estresse ocupacional é tema na pós-graduação do Hospital Albert Einstein

Prof Armando Ribeiro ministra a aula na pós-graduação do Hospital Albert Einstein

Estresse ocupacional é um dos temas do meu módulo na pós-graduação em Bases da Medicina Integrativa do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein. O objetivo principal é conscientizar médicos e demais profissionais da saúde sobre o risco do estresse ocupacional e do burnout, além de revisar as últimas evidências sobre a gestão integrativa do estresse ocupacional.

O conceito de estresse foi primeiramente descrito por Hans Selye (1936) como sendo, essencialmente, o grau de desgaste total causado pela vida. Etimologicamente, o termo estresse deriva do latim "stringere", significando apertar, cerrar, comprimir.

Sobre a Medicina Integrativa. O sistema vigente de saúde é geralmente reativ​o, e seu enfoque recai quase q​ue inteiramente no diagnóstico e n​o tratamento das ​doenças e seus sintomas, quando é ​clara a necessidade de uma proposta mais voltada à prevenção e à real promoção da saúde. Pacientes, médicos e profissionais de saúde raramente discutem com profundidade aspectos relacionados à mudança do estilo de vida, bem-estar e como poderíamos de fato usufruir de nossos processos biológicos inatos de cura e saúde. Por outro lado, a quantidade de informação disponível sobre medicina convencional e, também, sobre a medicina integrativa cresce em um ritmo exponencial. Esse crescimento traz uma enorme dificuldade ao profissional de saúde na tomada de decisões e no manejo das informações para aplicação em sua vida prática, de forma segura e com embasamento científico. (Fonte: Portal HIAE)

Primeiras palavras... uma pequena incursão sobre as minhas experiências em ilhas de excelência (Harvard, HIAE e Hospital São José) no estudo e pesquisa do estresse... Ao fundo (em pé), a co-coordenadora do curso Dra. Cristiane Benvenuto Andrade (médica dermatologista e pesquisadora) e a assistente de coordenação Dra. Denise Tiemi Noguchi (médica oncopediatra).

Alguém duvida? Demonstração de como o cérebro (‪‎neurofeedback‬) reage ao ‎estresse‬ ocupacional na pós do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein...

As reações tóxicas do estresse ocupacional podem ser demonstradas através da utilização de equipamentos de biofeedback / neurofeedback.

Autoavaliação é um dos primeiros passos para tomada de consciência sobre o estresse ocupacional. Cuidando dos cuidadores... Alunos da pós em Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein...

Com a Dra. Cristiane Benvenuto Andrade - médica dermatologista, pesquisadora e co-coordenadora da pós em Medicina Integrativa do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein. Ela abordou as consequências do estresse nas doenças dermatológicas e práticas mente-corpo para aliviar o estresse crônico.

A educação atual produz zumbis... Uma Medicina Integrativa só pode existir com uma educação integral e que fortaleça as competências técnicas e socioemocionais... Aula na pós do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

Debates e preleção dialogada nas exposições da Dra. Cristiane e minha... com a difícil tarefa de tratar da saúde integral de quem trata da nossa saúde... Pós em Medicina Integrativa do HIAE.

Cozinhar pra aliviar o estresse... Só não pode se tornar obrigação ou ficar no modo automático...

sábado, abril 02, 2016

A fé que cura

A fé que cura. Tratamentos alternativos dividem espaço com a medicina convencional. Contribuição para a revista Exceção (por Julianne Wagner, curso de Jornalismo da UNISC).

quinta-feira, março 31, 2016

Fuja do descontrole!

Crise de ansiedade. Quando em excesso, os sintomas da ansiedade se transformam em patologia e perturbam a qualidade de vida.

quarta-feira, março 30, 2016

Violência não resolve!

A violência praticada contra os profissionais de saúde é uma realidade preocupante. Uma campanha em prol do respeito pelos profissionais de saúde. Entenda e compartilhe:
http://goo.gl/Fx41V8. Violência não resolve!

segunda-feira, março 21, 2016

Estresse gerado pela crise pode causar problemas de saúde

Em tempos de crises política e econômica, a incerteza sobre o futuro, o medo do desemprego e a dúvida se o salário estará na conta no dia certo são apenas algumas preocupações dos brasileiros. O estresse gerado por essas situações leva o organismo a produzir, em excesso, hormônios como cortisol e adrenalina, que favorecem o surgimento de problemas de saúde, tanto físicos quanto psíquicos.

— Tudo o que acontece ao nosso redor modula nossas reações fisiológicas e se torna um gatilho importante para o desenvolvimento de doenças — disse o psicólogo Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Cardiopatias, alergias e problemas digestivos são comuns nesses casos, além de doenças psiquiátricas.

— Situações estressantes são as principais desencadeadoras de transtornos mentais de qualquer espécie, seja ansiedade, depressão, bipolaridade ou esquizofrenia — disse a psiquiatra Analice Gigliotti, diretora da clínica Espaço Clif.

Segundo os especialistas, já que não se pode controlar a crise, cada pessoa deve fortalecer a própria habilidade de lidar com adversidades, para proteger a saúde. Veja algumas dicas ao lado.
Fonte: O Globo

Refugiados têm risco maior de desenvolver psicose, diz estudo

Refugiados têm feito longas travessias para tentar chegar a países como a Alemanha

“É uma condição humanitária trágica e, sem sombra de dúvida é uma condição de saúde extremamente tóxica”, explica especialista em gerenciamento de estresse.

Um estudo publicado nesta semana no periódico "British Medical Journal" mostrou que refugiados de guerra têm 66% a mais de risco de desenvolver transtornos psicóticos, incluindo a esquizofrenia, comparados aos migrantes não refugiados da mesma região de origem.

Transtorno pós-traumático, depressão e outros problemas mentais são mais comuns naqueles que tiveram de fugir de seus territórios por causa de risco iminente de morte causado por conflitos.

De acordo com o psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro, essa é uma típica situação potencializada pelo estresse crônico.

“A situação de perder raízes, nacionalidade, costumes e valores culturais, junto com situações de extrema violência, com risco de morte, violência física e sexual, aumenta o risco de expressão dos genes que guardam um potencial de adoecimento”, explica.

O psicólogo afirma que todas as pessoas têm predisposições a sofrer de alguma doença, as mais diversas. Na esquizofrenia, por exemplo, uma porcentagem de pessoas nasce com um gene que pode ou não se expressar durante a vida. Uma situação de estresse prolongado, conta ele, faz esse gene “acordar” e provocar a doença.

“É essa a chave para o número aumentado de doenças psiquiátricas por pessoas que passam por situação como a dos refugiados”, comenta.

Ribeiro explica que sair do país por vontade própria é uma coisa, mas quando há uma guerra em que é necessário fugir, a situação é outra. “Eles sabem que, se não fugirem, correm grande risco de morte. O que está por trás dessa migração é a busca pela sobrevivência. Em um curto período de tempo, vão passar fome, frio e inseguranças que nós talvez não passaremos durante toda nossa vida”.

As crianças, relata o especialista em gerenciamento do estresse, são mais vulneráveis ao estresse tóxico. “Crianças e idosos têm menor capacidade de resistir a níveis altíssimos de estresse”. O problema que acontece na infância vai provocar consequências na vida adulta.

“Elas serão as primeiras a sofrer infarto e doenças crônicas que podem levar à morte, pois o corpo terá mais dificuldade de metabolizar o hormônio do estresse, pelo fato de ser o nível mais alto que a gente conhece”. Câncer, hipertensão arterial, doenças alérgicas e imunológicas são citadas também como consequência de um estresse forte e prolongado.

“É uma condição humanitária trágica e, sem sombra de dúvida é uma condição de saúde extremamente tóxica”, ressalta.

Para Armando, o tratamento psicológico direcionado aos refugiados é fundamental, mas esbarra em problemas como a língua falada e a falta de percepção dos profissionais com a história de vida do paciente. “Eles não sofrem o estresse brasileiro, como por exemplo uma descrença política. O problema deles é a guerra, a fome, e provavelmente eles reagem a estímulos diferentes do nosso comum”.

“Atender quem veio de uma guerra, que viu a família inteira sendo torturada, assassinada, é uma experiência nova”, argumenta.

Além do aparecimento da esquizofrenia, o estresse pós-traumático é uma condição que também está presente na vida dos refugiados.

“É decorrente de uma experiência de estresse intensa, como um sequestro e violência física e sexual. A pessoa terá flashbacks, pesadelos, ideias recorrentes, ansiedade intensa e se esquiva de lugares que lembram o local que aconteceu a violência”, detalha.

A depressão também acomete refugiados, já que o estresse leva a essa doença. “O cortisol [hormônio do estresse] afeta a produção de serotonina do cérebro”, diz. “Afeta uma região emocional, o sistema límbico que vai aumentar a chance de desenvolver esses sintomas”.

Cérebro que sofreu com estresse se recupera, mas demora

De acordo com Armando Ribeiro, o cérebro que sofreu agressões pelo estresse tem, sim, capacidade de se recuperar. Mas isso leva tempo.

“Existe a neuroplasticidade, uma capacidade do cérebro de se reconfigurar perante novas experiências”, teoriza. “A partir do momento em que se está em segurança [longe do estresse], técnicas de meditação e outras ajudam o cérebro a se reconstruir, mas podem levar anos”.

O especialista explica que as mudanças começam a acontecer somente depois de oito semanas, fazendo terapias anti-estresse. Sem tratamento, o dano permanece.

É preciso tratamento e apoio psicológico

O psiquiatra Daniel Sócrates diz que o melhor tratamento é o multidisciplinar, que envolve remédios e também psicoterapia, terapia ocupacional e mudança de estilo de vida. “Para essa população de refugiados que já está tão vulnerável, ao menos o tratamento farmacológico deve ser feito, pois isso já tira a pessoa da crise”,

Medicamentos antipsicóticos e antidepressivos são usados para ajudar no problema. No caso da esquizofrenia, no Brasil há um aumento de 150 mil casos por ano, sem contar refugiados.

Armando ressalta que, para que um tratamento psicológico seja eficaz, o profissional deve ter domínio da língua falada pelo refugiado. “Um bom domínio é fundamental, além de uma vivência naquela realidade, já que a cultura é diferente”, diz.

“Quando falamos de ‘doenças da alma’, dizemos que elas sofrem uma total influência do meio cultural. O que é depressão na Ásia é diferente do que é na América”.

O especialista explica que, na Ásia, os sintomas de depressão são mais somáticos. “Eles vão reclamar que dói a barriga, o fígado, o corpo. Nós, ocidentais, vamos falar que estamos tristes, desanimados, sem energia”. As queixas sobre a mesma doença são diferentes em vários lugares do mundo. E precisam ser entendidas.

Fonte: Portal IG

quinta-feira, março 17, 2016

Estresse gerado pela crise pode causar problemas de saúde

Estresse gerado pela crise pode causar problemas de saúde

Em tempos de crises política e econômica, a incerteza sobre o futuro, o medo do desemprego e a dúvida se o salário estará na conta no dia certo são apenas algumas preocupações dos brasileiros. O estresse gerado por essas situações leva o organismo a produzir, em excesso, hormônios como cortisol e adrenalina, que favorecem o surgimento de problemas de saúde, tanto físicos quanto psíquicos. 

— Tudo o que acontece ao nosso redor modula nossas reações fisiológicas e se torna um gatilho importante para o desenvolvimento de doenças — disse o psicólogo Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde da Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

Cardiopatias, alergias e problemas digestivos são comuns nesses casos, além de doenças psiquiátricas. 

— Situações estressantes são as principais desencadeadoras de transtornos mentais de qualquer espécie, seja ansiedade, depressão, bipolaridade ou esquizofrenia — disse a psiquiatra Analice Gigliotti, diretora da clínica Espaço Clif. 

Segundo os especialistas, já que não se pode controlar a crise, cada pessoa deve fortalecer a própria habilidade de lidar com adversidades, para proteger a saúde. 



Fonte: jornal Extra (RJ)

quarta-feira, março 16, 2016

A felicidade dentro da empresa é lucro? II Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva

Armando Ribeiro está confirmado no II Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva, apresentando a conferência "A felicidade dentro da empresa é lucro?"

Confira todas as atrações confirmadas no congresso em: www.psicopositiva.com.br

terça-feira, março 15, 2016

"A Garota Dinamarquesa" incentiva a reflexão e aceitação da diversidade

Psicólogo da Beneficência Portuguesa de São Paulo explica a importância do apoio da família no momento da transição de gênero


A modelo havia faltado e a pintora, Gerda Wegener, que não poderia atrasar a entrega de sua obra pediu ao marido, Einar Wegener, que posasse para ela com roupas femininas. Este foi o início de uma grande transformação na vida do casal e, principalmente, na história de Einar. O acontecimento trouxe à tona todas as incompreensões da infância do personagem e, desde então, o artista começou se descobrir Lili Elbe. A história real, que aconteceu no século 20, inspirou o filme A Garota Dinamarquesa e retrata um dos primeiros casos conhecidos de cirurgia para mudança de sexo em um transgênero. Indicado ao Oscar em quatro categorias, o longa-metragem provoca interesse por ser um tema tão contemporâneo e ainda pouco discutido. 

Para o psicólogo e também Coordenador do programa de avaliação do estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro, o processo de transição de um indivíduo para outro gênero encontra resistências principalmente da visão cultural e dos valores tradicionais da sociedade. Contudo, a busca pelo autoconhecimento e o apoio de uma rede familiar protetora podem sustentar uma transição de gênero mais saudável e com menor risco de sintomas de ansiedade e/ou depressão, angústia ou culpa. 

No filme, a compreensão por parte da esposa e do melhor amigo de infância, Hans Axgil, foi fundamental para esse processo de mudanças e aceitação do personagem Einar. "Os pais precisam reconhecer que não têm todas as respostas e podem buscar ajuda para aprender a lidar com situações desafiantes. Não adianta negar ou fingir que a situação não existe. Proibir, agredir e fingir que não vê são posturas abusivas que não resolvem a situação. Os pais devem aceitar que também podem precisar de ajuda para aprender e crescer com os seus filhos", explica o especialista. 

Ribeiro acredita também que discutir o assunto nas escolas, famílias e comunidade, bem como incentivar uma educação de qualidade, que não sustente estereótipos de gênero, pode, a longo prazo, mudar a mentalidade de uma sociedade. Contudo, a psicoterapia e o desenvolvimento pessoal são caminhos para que tanto o indivíduo quanto o sistema familiar possam refletir sobre questões que divergem das expectativas sociais. "Não somos reféns da nossa biologia de gênero, mas da pressão social e dos valores tradicionais, que podem causar muito sofrimento ao indivíduo que vive essa situação. São pequenos passos que contribuíram para a mudança em como abordar as diferenças humanas", finaliza. 

Sobre Beneficência Portuguesa de São Paulo

Fundada em 1859, a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.beneficencia.org.br) é a maior instituição hospitalar privada da América Latina, contando com aproximadamente 7.500 colaboradores e 3.000 médicos, e com uma gestão baseada na qualidade assistencial, humanização, ensino e pesquisa, além de um corpo clínico formado por renomados especialistas. A instituição é referência no atendimento médico hospitalar em mais de 50 especialidades, como cardiologia, oncologia, neurologia, gastroenterologia, ortopedia, urologia, entre outras. Atualmente, a Beneficência Portuguesa conta com três hospitais que somam mais de 1.200 mil leitos de internação. O Hospital São Joaquim, primeiro pilar da Instituição, realiza atendimento ao Pronto Socorro, UTIs, Internações e Cirurgias. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, que se destaca pelo atendimento oncológico com padrões internacionais, entre outras especialidades. Em 2012, o Hospital Santo Antônio foi criado com o objetivo de oferecer atendimento a pacientes usuários do Sistema Único de Saúde, reforçando a responsabilidade social e carácter beneficente da Associação. Já em 2013, a Instituição criou o Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes para ser um dos maiores e mais completos núcleos de tratamento de câncer no país. Mais informações à imprensa Imagem Corporativa

Fonte: UOL Mais

A saúde não pode voltar...

A saúde não pode voltar ao corpo enquanto o espírito continua enfermo!

segunda-feira, março 14, 2016

terça-feira, março 08, 2016

Dia Internacional da Mulher!

O 8 de março é marcado como o dia internacional de reconhecimento da luta das mulheres. É uma data para celebrar as conquistas alcançadas pelas mulheres e evidenciar os avanços que ainda são necessários. Na lembrança e resgate desta data, destacamos a importância da luta pela igualdade de gênero, pelos direitos trabalhistas, sociais, econômicos, políticos, direitos e autonomia sobre o próprio corpo, no combate à violência contra as mulheres e, finalmente, pela incorporação da pauta de gênero nas políticas públicas.

A desigualdade de gênero ainda está presente em diversas esferas da nossa sociedade. Ressaltamos, assim, o necessário olhar sobre gênero considerando a intersecção das diversas categorias sociais como raça, classe, idade, deficiência, sexualidade, territorialidade, entre outros.

Todas as pessoas que se inserem nas identidades femininas sofrem opressões, de diversas formas e sentidos, justificadas por uma série de desigualdades de poder na sociedade ainda patriarcal. A Psicologia, majoritariamente construída por mulheres, comprometida com os direitos humanos reforça o seu posicionamento no combate às diversas formas de opressão e exploração das mulheres e ao sistema cuja estrutura ainda se mantém desigual.

Saudamos a todas pela luta todo dia, em todo lugar, na construção de uma sociedade mais democrática e igualitária!

Dia Internacional da mulher!

Comemorar o dia 8 de março é reconhecer todo o esforço empreendido nesses anos de luta por milhares de mulheres.

Sono pode ser um componente fantástico para redução do estresse


Sono pode ser um componente fantástico para redução do estresse Entrevista com Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo. No link: Consultório CBN

segunda-feira, março 07, 2016

Que belíssimo feedback...

Sabe aquele post que vem de forma inesperada e de uma pessoa que você tem grande admiração... (Dra. Marilda Lipp) e diz (sem saber) pra você continuar lutando... Muito obrigado!!

Pare de ser boazinha!

Pare de ser boazinha! Se todo mundo abusa da sua boa vontade, já passou da hora de mudar suas atitudes. Veja algumas dicas para aprender a se posicionar do jeito certo e, sobretudo, falar "não" nas horas adequadas para ter uma vida feliz.

Falando outra língua.